{"id":121,"date":"2018-06-27T18:15:03","date_gmt":"2018-06-27T18:15:03","guid":{"rendered":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/?page_id=121"},"modified":"2018-07-17T12:47:00","modified_gmt":"2018-07-17T12:47:00","slug":"11-10-08-201718","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/11-10-08-201718\/","title":{"rendered":"[11] 10\/08\/2017"},"content":{"rendered":"<p><code><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/10-10-08-201740\/\">Voltar para nota anterior<\/a><\/code><\/p>\n<p><code>Notas que apontam para esta:\u00a0<a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/6-27-07-2017-23-08-20178-18\/\">[6]<\/a> <a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/18-22-08-2017-08-09-201719-6\/\">[18]<\/a> <a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/30-29-09-20172\/\">[30]<\/a>\u00a0 <\/code><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">UMA DISTIN\u00c7\u00c3O DE CORPO<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como Espinosa define um corpo? Um corpo qualquer, Espinosa o define de duas maneiras simult\u00e2neas. De um lado, um corpo, por menor que seja, sempre comporta uma infinidade de part\u00edculas: s\u00e3o as rela\u00e7\u00f5es de repouso e de movimento, de velocidades e de lentid\u00f5es entre part\u00edculas que definem um corpo, a individualidade de um corpo. De outro lado, um corpo afeta outros corpos, ou \u00e9 afetado por outros corpos: \u00e9 este poder de afetar e de ser afetado que tamb\u00e9m define um corpo na sua individualidade. Na apar\u00eancia, s\u00e3o duas proposi\u00e7\u00f5es muito simples: uma \u00e9 cin\u00e9tica, e a outra din\u00e2mica. Contudo, se a gente se instala verdadeiramente no meio dessas proposi\u00e7\u00f5es, se a gente as vive, \u00e9 muito mais complicado e a gente se torna ent\u00e3o espinosista antes de ter percebido o porqu\u00ea. (DELEUZE, 2002, p.128).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos exercitamos, atrav\u00e9s da pesquisa-escrita, com o intento de se instalar no meio dessas proposi\u00e7\u00f5es. Somos espinosistas, e intu\u00edmos que estamos percebendo, lentamente, o porqu\u00ea. Intentamos atuar e encenar<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a> os movimentos de um corpo poss\u00edvel, <a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/4-27-07-2017-23-08-201711\/\">ao qual nunca se chega<\/a>. Mesclas entre corpo humano e corpo texto<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/12-10-08-20176-15\/\"><code>Ir para a pr\u00f3xima nota<\/code><\/a><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> <sup>\u201c<\/sup>Trata-se de produzir, na obra, um movimento capaz de comover o esp\u00edrito fora de toda a representa\u00e7\u00e3o; trata-se de fazer do pr\u00f3prio movimento uma obra, sem interposi\u00e7\u00e3o; de substituir representa\u00e7\u00f5es mediatas por signos diretos; de inventar vibra\u00e7\u00f5es, rota\u00e7\u00f5es, giros, gravita\u00e7\u00f5es, dan\u00e7as ou saltos que atinjam diretamente o esp\u00edrito. Est\u00e1 \u00e9 uma ideia de homem de teatro, uma ideia de encenador\u201d (DELEUZE, 1988, p. 29).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> <sup>\u201c<\/sup>O texto tem uma forma humana, \u00e9 uma figura, \u00e9 um anagrama do corpo? Sim, mas do nosso corpo er\u00f3tico. O prazer do texto seria irredut\u00edvel a seu funcionamento gramatical (fenotextual), como o prazer do corpo \u00e9 irredut\u00edvel \u00e0 necessidade fisiol\u00f3gica\u201d (BARTHES, 1987, p.25).<\/p>\n<\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voltar para nota anterior Notas que apontam para esta:\u00a0[6] [18] [30]\u00a0 &nbsp; UMA DISTIN\u00c7\u00c3O DE CORPO Como Espinosa define um corpo? Um corpo qualquer, Espinosa o define de duas maneiras simult\u00e2neas. De um lado, um corpo, por menor que seja, sempre comporta uma infinidade de part\u00edculas: s\u00e3o as rela\u00e7\u00f5es de repouso e de movimento, de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-121","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/121","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=121"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/121\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":868,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/121\/revisions\/868"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=121"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}