{"id":143,"date":"2018-06-27T18:29:10","date_gmt":"2018-06-27T18:29:10","guid":{"rendered":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/?page_id=143"},"modified":"2018-07-17T17:39:29","modified_gmt":"2018-07-17T17:39:29","slug":"21-08-09-20176-7","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/21-08-09-20176-7\/","title":{"rendered":"[21] 08\/09\/2017"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/20-29-08-2017-08-09-2017\/\"><code>Voltar para nota anterior<\/code><\/a><\/p>\n<p><code>Notas que apontam para esta: <a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/6-27-07-2017-23-08-20178-18\/\">[6]<\/a>\u00a0<a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/7-27-07-2017-23-08-20174-6\/\">[7]<\/a> <a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/18-22-08-2017-08-09-201719-6\/\">[18]<\/a> <\/code><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A vida \u00e9 feita de fragmentos, e se h\u00e1 uma ideia de continuidade, \u00e9 pela combina\u00e7\u00e3o desses acontecimentos ao infinito, e a produ\u00e7\u00e3o de uma narrativa da pr\u00f3pria vida. E se tomamos esse dado como um fato, passamos a pensar na narrativa que criamos<sup>[ ]<\/sup>, no jogo combinat\u00f3rio, nas pe\u00e7as que dispomos. E mais, nas pe\u00e7as que criamos<sup>[ ]<\/sup>. \u00c9 esse posicionamento ante a vida \u2013 e aqui criamos nossa pr\u00f3pria narrativa sobre a vida \u2013 que possibilita possibilidades: se criamos narrativas o tempo todo, na composi\u00e7\u00e3o entre o que sentimos, falamos e vimos, \u00e9 ao ter ci\u00eancia desse fato, e se inserir como jogador aut\u00f4nomo nesse processo, que damos corpo \u00e0 uma Educa\u00e7\u00e3o Potencial<sup>[ ]<\/sup>. Ainda que pese sobre esse complexo jogo regimes de poder e saber<sup>[ ]<\/sup>, afirmamos aqui o jogo como a condi\u00e7\u00e3o de cria\u00e7\u00e3o de si, como cria\u00e7\u00e3o e composi\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as enquanto fragmentos do cotidiano<sup>[ ]<\/sup>, na afirma\u00e7\u00e3o de uma vida singular; e da inven\u00e7\u00e3o de si, no que podemos definir como uma auto-educa\u00e7\u00e3o, como uma po\u00e9tica da exist\u00eancia. Libertar-se da servid\u00e3o da finalidade, dan\u00e7ar-se aos p\u00e9s do acaso!<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nietzsche identifica o acaso ao m\u00faltiplo, aos fragmentos, aos membros, ao caos: caos dos dados que sacudidos e que lan\u00e7amos. Nietzsche faz do acaso uma afirma\u00e7\u00e3o. O pr\u00f3prio c\u00e9u e chamado de \u201cc\u00e9u do acaso\u201d, \u201cc\u00e9u inoc\u00eancia\u201d; o reino de Zaratustra \u00e9 chamado de \u201cgrande acaso\u201d. \u201cPor acaso, esta \u00e9 a mais antiga nobreza do mundo, eu a restitui a todas as coisas, eu a libertei da servid\u00e3o da finalidade&#8230; Encontrei em todas as coisas esta certeza bem-aventurada de que elas preferem dan\u00e7ar sobre os p\u00e9s do acaso\u201d. \u201cMinha palavra \u00e9: deixem vir a mim o acaso, ele \u00e9 inocente como uma criancinha\u201d. O que Nietzsche chama de necessidade (destino) nunca \u00e9, portanto, a aboli\u00e7\u00e3o do acaso, mas sim sua pr\u00f3pria combina\u00e7\u00e3o. (DELEUZE, 1976. p.15).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/22-08-09-2017\/\"><code>Seguir para a pr\u00f3xima nota<\/code><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voltar para nota anterior Notas que apontam para esta: [6]\u00a0[7] [18] A vida \u00e9 feita de fragmentos, e se h\u00e1 uma ideia de continuidade, \u00e9 pela combina\u00e7\u00e3o desses acontecimentos ao infinito, e a produ\u00e7\u00e3o de uma narrativa da pr\u00f3pria vida. E se tomamos esse dado como um fato, passamos a pensar na narrativa que criamos[ [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-143","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/143","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=143"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/143\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":885,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/143\/revisions\/885"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=143"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}