{"id":151,"date":"2018-06-27T18:33:13","date_gmt":"2018-06-27T18:33:13","guid":{"rendered":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/?page_id=151"},"modified":"2018-06-28T20:32:16","modified_gmt":"2018-06-28T20:32:16","slug":"25-08-09-20172","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/25-08-09-20172\/","title":{"rendered":"[25] 08\/09\/2017"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/24-08-09-20177\/\"><code>Voltar para nota anterior<\/code><\/a><\/p>\n<p><code>Notas que apontam para esta: <a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/2-27-07-2017\/\">[2]<\/a><\/code><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Devemos, assim, romper com o um longo h\u00e1bito de pensamento que nos faz considerar o problem\u00e1tico como uma categoria subjetiva de nosso conhecimento, um momento emp\u00edrico que marcaria somente a imperfei\u00e7\u00e3o de nossa conduta, a triste necessidade em que nos encontramos de n\u00e3o saber de antem\u00e3o e que desapareceria com o saber adquirido. O problem\u00e1tico pode muito bem ser recoberto pelas solu\u00e7\u00f5es, nem por isso ele deixa de subsistir na Ideia que o refere \u00e0s suas condi\u00e7\u00f5es e organiza a g\u00eanese das pr\u00f3prias solu\u00e7\u00f5es. Sem essa ideia as solu\u00e7\u00f5es n\u00e3o teriam <em>sentido. <\/em>O problem\u00e1tico \u00e9 ao mesmo tempo uma categoria objetiva do conhecimento e um g\u00eanero de ser perfeitamente objetivo (DELEUZE, 2007, p.57).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Problema n\u00e3o como falta: como condi\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia; ser afetado por problemas que lhe colocam a pensar; de criar solu\u00e7\u00f5es e de criar seus pr\u00f3prios problemas. \u201cAquele que distingue cria\u00e7\u00e3o de criatividade; considerando a criatividade (isto \u00e9, a cria\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es originais para problemas j\u00e1 dados), apenas como uma parte do processo de cria\u00e7\u00e3o; o qual \u00e9 mais amplo e envolve a cria\u00e7\u00e3o dos pr\u00f3prios problemas\u201d (CORAZZA, 2013, p. 98).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9, pois, afirmar o acaso criando seus pr\u00f3prios jogos e suas regras. \u00c9 perturbar a realidade, o mundo, seu pr\u00f3prio mundo<sup>[ ]<\/sup>. \u00c9, em certa medida, perturbar-se a si. \u00c9 criar desvios no pensamento<sup>[ ]<\/sup>. \u00c9 colocar o pensamento a pensar, colocar o corpo a mover. Mover corpos no corpo. Onde n\u00e3o h\u00e1 vit\u00f3ria, onde n\u00e3o se busca dom\u00ednio, mas um estar de acordo com o jogo, jogando e sendo jogado num equil\u00edbrio inst\u00e1vel<sup>[ ]<\/sup>: g\u00eanese da vida, singularidades como fragmentos do\/no Acontecimento<a href=\"#f23\"><sup>[23]<\/sup><\/a>. Onde vida e arte inscrevem-se como jogos de letras com significado an\u00e1logo.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pois s\u00f3 o pensamento pode <em>afirmar todo o acaso, fazer do acaso um objeto de afirma\u00e7\u00e3o. <\/em>E, se tentamos jogar esse jogo fora do pensamento, nada acontece e, se tentamos produzir um resultado diferente da obra de arte, nada se produz. \u00c9 pois o jogo reservado ao pensamento e \u00e0 arte, l\u00e1 onde n\u00e3o h\u00e1 mais vit\u00f3rias para aqueles que souberem jogar, isto \u00e9, afirmar\u00a0 e ramificar o acaso, ao inv\u00e9s de divid\u00ed-lo para domin\u00e1-lo, para apostar, para ganhar. Este jogo n\u00e3o existe a n\u00e3o ser no pensamento, e que n\u00e3o tem outro resultado al\u00e9m da obra de arte, \u00e9 tamb\u00e9m aquilo pelo que o pensamento e a arte s\u00e3o reais e perturbam a realidade, a moralidade e a economia do mundo. (DELEUZE, 2007. p.63).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/26-26-09-2017\/\"><code>Seguir para a pr\u00f3xima nota<\/code><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voltar para nota anterior Notas que apontam para esta: [2] Devemos, assim, romper com o um longo h\u00e1bito de pensamento que nos faz considerar o problem\u00e1tico como uma categoria subjetiva de nosso conhecimento, um momento emp\u00edrico que marcaria somente a imperfei\u00e7\u00e3o de nossa conduta, a triste necessidade em que nos encontramos de n\u00e3o saber de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-151","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/151","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=151"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/151\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":517,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/151\/revisions\/517"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=151"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}