{"id":156,"date":"2018-06-27T18:37:25","date_gmt":"2018-06-27T18:37:25","guid":{"rendered":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/?page_id=156"},"modified":"2018-07-17T13:06:24","modified_gmt":"2018-07-17T13:06:24","slug":"27-29-09-2017","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/27-29-09-2017\/","title":{"rendered":"[27] 29\/09\/2017"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/26-26-09-2017\/\"><code>Voltar para nota anterior<\/code><\/a><\/p>\n<p><code>Notas que apontam para esta: <a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/17-22-08-20173-7\/\">[17] <\/a><\/code><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 fazem alguns dias que me outorguei uma tarefa \u00e1rdua e ao mesmo tempo prazerosa. Tarefa que demanda aten\u00e7\u00e3o cotidiana, criatividade desapegada, e abertura aos resultados improv\u00e1veis. Para outros, pode parecer uma ocupa\u00e7\u00e3o inapropriada do tempo, tanto quanto dessas linhas, mas para mim, \u00e9 um assunto de suma import\u00e2ncia. Desta feita, n\u00e3o me usurpo o direito de atentar para pequenos detalhes do cotidiano, pois s\u00e3o esses detalhes que diferem a vida da morte, e da morte na qual morremos a cada dia, por a eles n\u00e3o honrar a devida import\u00e2ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, e desde alguns dias, sempre que me perguntam \u201ccomo est\u00e1s?\u201d me ponho a improvisar, o mais instantaneamente poss\u00edvel, assim que possa parecer uma fala naturalmente transposta de minha interioridade clara e apaziguada, uma resposta: \u201cverdejante\u201d, \u201cintoler\u00e1vel\u201d, \u201caguan\u00edfico\u201d, \u201ccomo se tivesse ido e n\u00e3o voltado\u201d, \u201cassim como me v\u00ea, mas potencialmente diferente\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um exerc\u00edcio. Alguns nisso podem ver um jogo n\u00e3o s\u00f3 desnecess\u00e1rio, mas, sobretudo, arrogante: o de expor o interlocutor a um desconforto. A esses que assim podem pensar, caso pensem, n\u00e3o me oponho. N\u00e3o vejo no desconforto grandes problemas. E ainda, que se encontrar por a\u00ed grandes problemas, melhor, mas j\u00e1 me satisfa\u00e7o com os pequenos. Fico criando meus pr\u00f3prios problemas, e generosamente espero poder compartilha-los. \u201cTudo bem\u201d n\u00e3o \u00e9 uma resposta sincera, tampouco real. Primeiro, n\u00e3o tenho a m\u00ednima no\u00e7\u00e3o do que pode ser esse tudo, assim que o que conhe\u00e7o n\u00e3o \u00e9 mais do que uma pequena \u00ednfima parte. Segundo, \u201cbem\u201d \u00e9 uma palavra cretina que me pinta em contornos coloridos, mas n\u00e3o em demasia, e bem ajustado ao que espera minha m\u00e3e, a igreja e o plano de sa\u00fade. Prefiro assim improvisar uma resposta e com ela pensar em como estou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pensar em como estou, ou olhar para fora de mim, para esse tudo, que n\u00e3o est\u00e1 bem, mas tamb\u00e9m est\u00e1, e \u201cverdejante\u201d, e \u201caquan\u00edfico\u201d, e \u201cintoler\u00e1vel\u201d, e \u201ccomo se tivesse ido e n\u00e3o voltado\u201d, e \u201cassim como me v\u00ea, mas potencialmente diferente\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/28-29-09-201729-6\/\"><code>Seguir para a pr\u00f3xima nota<\/code><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voltar para nota anterior Notas que apontam para esta: [17] &nbsp; J\u00e1 fazem alguns dias que me outorguei uma tarefa \u00e1rdua e ao mesmo tempo prazerosa. Tarefa que demanda aten\u00e7\u00e3o cotidiana, criatividade desapegada, e abertura aos resultados improv\u00e1veis. Para outros, pode parecer uma ocupa\u00e7\u00e3o inapropriada do tempo, tanto quanto dessas linhas, mas para mim, \u00e9 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-156","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/156","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=156"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/156\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":875,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/156\/revisions\/875"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=156"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}