{"id":212,"date":"2018-06-27T19:17:24","date_gmt":"2018-06-27T19:17:24","guid":{"rendered":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/?page_id=212"},"modified":"2018-07-17T12:19:19","modified_gmt":"2018-07-17T12:19:19","slug":"53-19-10-2017","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/53-19-10-2017\/","title":{"rendered":"[53] 19\/10\/2017"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/52-19-10-2017\/\"><code>Voltar para nota anterior<\/code><\/a><\/p>\n<p><code>Notas que apontam para esta: <a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/12-10-08-20176-15\/\">[12]<\/a>\u00a0 <\/code><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nosso exerc\u00edcio de escrita transita entre pensamentos e ideias em varia\u00e7\u00f5es sobre o corpo humano, o corpo do texto e os demais corpos que tamb\u00e9m comp\u00f5e o mundo \u2013 e que nos comp\u00f5e <sup>[Link Baudrillard, o mundo nos pensa e a partir disso pensar o ator rede, Latour e outros]<\/sup>. Talvez o que tenhamos em comum entre esses corpos \u00e9 a linguagem. A pr\u00f3pria linguagem que afirma suas exist\u00eancias e que se afirma, a linguagem, ao afirmar o que afirma. Estamos inevitavelmente a repensar o pr\u00f3prio pensamento, que se apresenta tamb\u00e9m como linguagem (essa voz que conversa comigo por detr\u00e1s de meus olhos). \u00c9 tamb\u00e9m uma quest\u00e3o cara \u00e0s ci\u00eancias, \u00e0s artes e a filosofia <sup>[link para o fragmento que cita a quest\u00e3o da linguagem como um problema da filosofia]<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse ensaio, esse texto-disserta\u00e7\u00e3o, portanto, est\u00e1 \u00e0s voltas com a pr\u00f3pria linguagem, neste exerc\u00edcio de releitura da pr\u00f3pria escrita, desse jogo consigo mesmo, que \u00e9 um jogo de linguagem<sup>[ ]<\/sup>. Se o Corpo Potencial se insere no jogo atrav\u00e9s do intelecto, esse jogo acontece atrav\u00e9s da linguagem. \u00c9 preciso p\u00f4r a linguagem \u00e0 prova, num jogo de sentidos, num golpe de vista, num golpe baixo.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por muito tempo, acreditou-se que a linguagem dominava o tempo, que ela valia tanto como liga\u00e7\u00e3o futura na palavra dada quanto mem\u00f3ria e narrativa; acreditou-se que ela era profecia e hist\u00f3ria: acreditou-se tamb\u00e9m que nessa soberania ela tinha o poder de fazer aparecer o corpo vis\u00edvel e eterno da verdade; acreditou-se que sua ess\u00eancia estava na forma das palavras ou no sopro que as faz vibrar. Mas ela \u00e9 apenas rumor informe e jorro, sua for\u00e7a est\u00e1 na dissimula\u00e7\u00e3o: porque ela faz apenas uma \u00fanica e mesma coisa com a eros\u00e3o do tempo: ela \u00e9 esquecimento sem profundidade e vazio transparente da espera (Foucault, 2001, p.241).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Encontrar, buscar, tensionar, inventar esse lugar da linguagem: jorro = jogo. Jogar, lan\u00e7ar. N\u00e3o um jogo apol\u00ednico, um jogo dionis\u00edaco<sup>[ ]<\/sup>. Um jogo dissimulado, um flerte, uma dan\u00e7a meio torta, um gesto meio disforme, uma passo coxo. Um andante desequilibrado, e que ainda assim anda cheio de gra\u00e7a. Um andar desequilibrado \u00e9 uma dan\u00e7a. Uma po\u00e9tica da exist\u00eancia escrita e vivida: desequilibrar para dan\u00e7ar. [talvez link para o louco que professa para as \u00e1rvores]<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/54-19-10-2017\/\"><code>Seguir para a pr\u00f3xima nota<\/code><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voltar para nota anterior Notas que apontam para esta: [12]\u00a0 &nbsp; Nosso exerc\u00edcio de escrita transita entre pensamentos e ideias em varia\u00e7\u00f5es sobre o corpo humano, o corpo do texto e os demais corpos que tamb\u00e9m comp\u00f5e o mundo \u2013 e que nos comp\u00f5e [Link Baudrillard, o mundo nos pensa e a partir disso pensar [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-212","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/212","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=212"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/212\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":857,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/212\/revisions\/857"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=212"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}