{"id":214,"date":"2018-06-27T19:18:45","date_gmt":"2018-06-27T19:18:45","guid":{"rendered":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/?page_id=214"},"modified":"2018-06-28T20:39:19","modified_gmt":"2018-06-28T20:39:19","slug":"54-19-10-2017","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/54-19-10-2017\/","title":{"rendered":"[54] 19\/10\/2017"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/53-19-10-2017\/\"><code>Voltar para nota anterior<\/code><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em cada uma de suas palavras, a linguagem se dirige para conte\u00fados que lhe antecedem; mas em seu pr\u00f3prio ser e desde que ela se conserve o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel do seu ser, ela s\u00f3 se desenvolve na pureza da espera. A espera n\u00e3o \u00e9 dirigida para nada: pois o objeto que viria preench\u00ea-la s\u00f3 poderia apag\u00e1-la. (FOUCAULT, 2001, p.241).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">O movimento da espera, a espera em movimento. Uma espera n\u00e3o centrada, uma espera desequilibrada em dire\u00e7\u00e3o ao fora. Um andar na linha da fronteira entre o que constitui o corpo e o fora. Uma linha inexistente, um movimento incessante que se representa numa linha: entre idas e vindas estabele\u00e7o um centro como uma m\u00e9dia, n\u00e3o como um ponto de repouso. Quem estabelece? O corpo, seja ele qual for. Essa linha \u00e9 a marca deixada pela repeti\u00e7\u00e3o dos cruzamentos.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">E, no entanto, ela n\u00e3o \u00e9, parada, imobilidade resignada: ela tem a resist\u00eancia de um movimento que n\u00e3o teria fim e jamais se prometeria recompensa de um repouso: ela n\u00e3o se envolve em nenhuma interioridade; cada uma de suas menores parcelas cai em um irremedi\u00e1vel exterior. (FOUCAULT, 2001, p.241).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/55-19-10-2017-3-5\/\"><code>Seguir para a pr\u00f3xima nota<\/code><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voltar para nota anterior &nbsp; Em cada uma de suas palavras, a linguagem se dirige para conte\u00fados que lhe antecedem; mas em seu pr\u00f3prio ser e desde que ela se conserve o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel do seu ser, ela s\u00f3 se desenvolve na pureza da espera. A espera n\u00e3o \u00e9 dirigida para nada: pois o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-214","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/214","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=214"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/214\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":546,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/214\/revisions\/546"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=214"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}