{"id":216,"date":"2018-06-27T19:19:55","date_gmt":"2018-06-27T19:19:55","guid":{"rendered":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/?page_id=216"},"modified":"2018-06-28T20:39:26","modified_gmt":"2018-06-28T20:39:26","slug":"55-19-10-2017-3-5","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/55-19-10-2017-3-5\/","title":{"rendered":"[55] 19\/10\/2017"},"content":{"rendered":"<p><code><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/54-19-10-2017\/\">Voltar para nota anterior<\/a><\/code><\/p>\n<p><code>Notas que apontam para esta: <a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/3-27-07-2017-23-08-2017\/\">[3]<\/a> <a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/5-27-07-2017-23-08-2017\/\">[5]<\/a><\/code><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A linguagem atravessa os corpos, e se inscreve nos corpos. A improvisa\u00e7\u00e3o est\u00e1 em jogo com a linguagem<sup>[ ]<\/sup>. Os corpos est\u00e3o em jogo. Mas o que est\u00e1 em jogo? Nosso intento ao pensar jogo e improvisa\u00e7\u00e3o para a cria\u00e7\u00e3o de corpos potenciais (e, ao mesmo tempo, um jogo feito e jogado por corpos potenciais), entendendo esse processo como o que chamamos de educa\u00e7\u00e3o<sup>[ ]<\/sup>, est\u00e1 comprometido com um certo discurso engajado no esquecimento. Entendendo um Corpo Potencial como um corpo em estado de improviso<a href=\"#f51\"><sup>[51]<\/sup><\/a>, e esse estado como uma aten\u00e7\u00e3o ao jogo no qual se est\u00e1 jogado (sempre estamos em jogo) e os jogos que se pode criar para jogar (como resist\u00eancia e treino para esse jogo maior<sup>[ ]<\/sup>), \u00e9 que afirmamos uma po\u00e9tica da exist\u00eancia comprometida com o esquecimento e este, como parte de uma certa condi\u00e7\u00e3o de possibilidades para a cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que a ret\u00e9m n\u00e3o \u00e9 a mem\u00f3ria, \u00e9 o esquecimento. No entanto, esse esquecimento n\u00e3o deve ser confundido com a dispers\u00e3o da distra\u00e7\u00e3o nem com o sono onde adormeceria a vigil\u00e2ncia; ele \u00e9 feito de uma vig\u00edlia t\u00e3o desperta, t\u00e3o l\u00facida, t\u00e3o matinal que ele \u00e9 mais dispensa \u00e0 noite e pura abertura para um dia que ainda n\u00e3o chegou. Nesse sentido, o esquecimento \u00e9 extrema aten\u00e7\u00e3o \u2013 aten\u00e7\u00e3o t\u00e3o extrema que apaga cada rosto singular que pode se oferecer a ela. (FOUCAULT, 2001, p.241).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aten\u00e7\u00e3o sem tens\u00e3o. Aten\u00e7\u00e3o e prontid\u00e3o. Uma aten\u00e7\u00e3o dispersa. Condi\u00e7\u00e3o para um Corpo Potencial, para um corpo em estado de improviso: a espera, a espera como um esquecimento.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 no esquecimento que a espera se mant\u00e9m como uma espera: aten\u00e7\u00e3o aguda ao que seria radicalmente novo, sem liga\u00e7\u00e3o de semelhan\u00e7a e de continuidade com o que quer que seja (novidade da pr\u00f3pria espera disposta fora de si e livre de qualquer passado), e aten\u00e7\u00e3o ao que seria o mais profundamente antigo (pois do fundo dela mesma a espera n\u00e3o cessou de esperar). (FOUCAULT, 2001, p.241).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/56-19-10-20173\/\"><code>Seguir para a pr\u00f3xima nota<\/code><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voltar para nota anterior Notas que apontam para esta: [3] [5] &nbsp; A linguagem atravessa os corpos, e se inscreve nos corpos. A improvisa\u00e7\u00e3o est\u00e1 em jogo com a linguagem[ ]. Os corpos est\u00e3o em jogo. Mas o que est\u00e1 em jogo? Nosso intento ao pensar jogo e improvisa\u00e7\u00e3o para a cria\u00e7\u00e3o de corpos potenciais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-216","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/216","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=216"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/216\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":547,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/216\/revisions\/547"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=216"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}