{"id":221,"date":"2018-06-27T19:22:18","date_gmt":"2018-06-27T19:22:18","guid":{"rendered":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/?page_id=221"},"modified":"2018-07-11T19:46:18","modified_gmt":"2018-07-11T19:46:18","slug":"57-31-10-2017","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/57-31-10-2017\/","title":{"rendered":"[57] 31\/10\/2017"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/56-19-10-20173\/\"><code>Voltar para nota anterior<\/code><\/a><\/p>\n<p><code>Notas que apontam para esta: <a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/8-03-08-2017-10-08-201714-6\/\">[8]<\/a><br \/>\n<\/code><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Escrita sobre e com o jogo. Entre a materialidade da palavra&#8230; Palavra enquanto mat\u00e9ria? Uma concretude figurada, pixel em tela de notebook. Especificidades do contempor\u00e2neo, restri\u00e7\u00f5es impostas pelo tempo, pelo local, pelo processo ao qual se disp\u00f5e, agora, qual seja: dar corpo ao improviso. Desta e nesta especificidade, de uma \u201cbola de pilates\u201d na qual sento para escrever (que, em tese, n\u00e3o importa para o texto), de um ponto no mundo, onde se escreve sobre e com educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para pensar uma aula como composi\u00e7\u00e3o, e esta a partir de restri\u00e7\u00f5es aplicadas atrav\u00e9s das regras de um jogo. Para essa composi\u00e7\u00e3o, e na especificidade dessa pesquisa, o m\u00e9todo do improviso (outros jogos e\/ou outros modos de operar podem dar corpo \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui nos vemos sobre o des\/a\/fio do improviso. Deste que antev\u00ea, sem ver, que sente, que intui. Este, o corpo, num estado, estado de pro\/ver. Este CorPotencial. Num fio, nas linhas, nos fluxos, nos desvios: significantes e express\u00f5es do que n\u00e3o se pode apreender nesse jogo da vida \u2013 e a\u00ed se pontua, atua, se \u00e9 a(u)tor numa educ\/a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o partes que podem sempre se dividir: a jun\u00e7\u00e3o \u00e9 uma inven\u00e7\u00e3o compositiva: combin\/a\u00e7\u00e3o. \u00c9 tudo inven\u00e7\u00e3o: parte = P+arte, ou seja, uma Arte Potencial, que se confunde com uma Educa\u00e7\u00e3o Potencial enquanto educa\u00e7\u00e3o que comp\u00f5e corpos num exaustivo (mas n\u00e3o cansativo) e prazeroso jogo que improvisa sempre uma nova realidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para esse feito (sobretudo, para esses efeitos) apresentamos o Corpo Potencial como uma fantasia de um corpo ao qual nunca se chega (enquanto um limite potencial), mas sempre se est\u00e1 (em seu limiar potencial, sempre poss\u00edvel de ser transpassado). Nossa did\u00e1tica \u00e9 a do jogo para uma educa\u00e7\u00e3o para\/com o improviso: para improvisar a si e o mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 sempre importante (assim entendemos) afirmar o car\u00e1ter imanente desse movimento: joga-se com as for\u00e7as em jogo no territ\u00f3rio onde se joga. Se improvisa com essas for\u00e7as (mat\u00e9ria=energia=for\u00e7as) e se comp\u00f5e novos corpos. Essa \u00e9 a nossa fantasia de educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De qualquer forma a forma n\u00e3o importa tanto quanto o movimento. De improvisa\u00e7\u00e3o em improvisa\u00e7\u00e3o se joga com as formas, se decomp\u00f5e, modula as energias, modela-se novos corpos, outras combina\u00e7\u00f5es, para se compor novamente, e um novo corpo \u00e0 se refazer, nova\/mente. Esse jogo de improviso \u00e9 um jogo que se criar para improvisar como um jogo. Joga-se com\/na educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Processoexperimentalemcaminhosdesviantesemdesequilibriosdeformativosemjogocomimprovisonaeduca\u00e7\u00e3ocomocorpoatrav\u00e9sdissotudoque\u00e9sempreuma(p)artedeumtodoque\u00e9partedeumtodoque\u00e9partedeumtodoque\u00e9(p).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o recombina\u00e7\u00f5es ao infinito dessa sopa de letras. \u00c9 um exerc\u00edcio de escritura que age sobre si \u2013 do corpo da escritura e do corpo do autor (desequilibrado e por vezes coisificado como ve\u00edculo da linguagem). <em>Perquerer<\/em>, perguntar, pesquisar: problem\u00e1tica em jogo numa (auto)pesquisa que pesquisa a educa\u00e7\u00e3o ao p\u00f4r em jogo o que j\u00e1 esta em jogo: educador-estudante-pesquisador-pesquisa-educa\u00e7\u00e3o. \u00c9 improvisar com essas mat\u00e9rias outras composi\u00e7\u00f5es, na qual se insere como mat\u00e9ria, para falar com educa\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o sobre ela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E entendendo nisso tudo um jogo, com o acaso, mas n\u00e3o aleat\u00f3rio: n\u00e3o se improvisa com qualquer coisa, se escolhe a mat\u00e9ria, ou se \u00e9 escolhido. De fato possui e \u00e9 possu\u00eddo: des\/medida de uma pesquisa que se autoimp\u00f5e aos desvios desequilibrantes para uma educa\u00e7\u00e3o errante. E nesse erro, nesses restos, nesses caminhos desviantes, dar corpo em texto-improviso com o que passa \u2013 permitir que a vida seja o que \u00e9: um misto de coisas qual\/quer. \u00c9 a afirma\u00e7\u00e3o que difere esse misto: a+firma+a\u00e7\u00e3o = m-isto. Para clarear essa equa\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica: a a\u00e7\u00e3o firme de afirmar retira a multiplicidade presente em cada coisa fazendo de um misto um isto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jogo\/restri\u00e7\u00e3o para este fragmento: escrever dez par\u00e1grafos variando sobre o tema da pesquisa sempre reapresentando as palavras corpo, jogo, improviso e educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/58-17-11-2017\/\"><code>Seguir para a pr\u00f3xima nota<\/code><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voltar para nota anterior Notas que apontam para esta: [8] Escrita sobre e com o jogo. Entre a materialidade da palavra&#8230; Palavra enquanto mat\u00e9ria? Uma concretude figurada, pixel em tela de notebook. 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