{"id":249,"date":"2018-06-27T19:43:33","date_gmt":"2018-06-27T19:43:33","guid":{"rendered":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/?page_id=249"},"modified":"2018-06-28T20:42:43","modified_gmt":"2018-06-28T20:42:43","slug":"69-12-12-2017","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/69-12-12-2017\/","title":{"rendered":"[69] 12\/12\/2017"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/68-12-12-2017\/\"><code>Voltar para nota anterior<\/code><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o nos lan\u00e7amentos num estudo com Nietzsche, Apolo e Dioniso. Podemos definir dois pontos que nos interessam (enquanto uma defini\u00e7\u00e3o que ancora o pesquisar) a partir deste estudo: a rela\u00e7\u00e3o entre esses deuses da mitologia com a individua\u00e7\u00e3o e a manifesta\u00e7\u00e3o destes enquanto for\u00e7as na constitui\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es. Ambos est\u00e3o relacionados, assim que podemos afirmar que s\u00e3o as institui\u00e7\u00f5es que definem os sujeitos; mas uma separa\u00e7\u00e3o \u00e9 n\u00e3o somente did\u00e1tica, mas se ampara na intui\u00e7\u00e3o de que esses processos, embora imbricados, se d\u00e3o em dimens\u00f5es paralelas: uma no \u00e2mbito \u201cbio-psicol\u00f3gico\u201d e outro num \u00e2mbito socioecon\u00f4mico. Talvez possamos referendar aqui Guattari, e suas tr\u00eas ecologias, aonde nos apoiamos ent\u00e3o na ideia de ecologia individual e ecologia social. Come\u00e7amos ent\u00e3o pelo primeiro ponto:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Poderia mesmo dizer-se de Apolo que a confian\u00e7a inabalada naquele <em>principium <\/em>e a tranquila postura sentada de quem nele se encontra cativo recebeu nele a sua mais sublime express\u00e3o, e desejar\u00edamos mesmo designar Apolo como sendo a magn\u00edfica imagem divina do <em>principium individuationis, <\/em>de cujos gestos e olhares nos falaria todo o prazer e sabedoria da \u201capar\u00eancia\u201d, juntamente com sua beleza.[&#8230;] Na mesma quebra do <em>principium individuationis, <\/em>\u00a0se ergue a partir do fundamento mais \u00edntimo do ser humano e at\u00e9 da natureza, estaremos por lan\u00e7ar um olhar para a ess\u00eancia do elemento dionis\u00edaco, que nos ainda \u00e9 dada do modo mais aproximado pela analogia do \u00eaxtase, [&#8230;] que penetra plena de prazer na natureza, despertam aquelas agita\u00e7\u00f5es dionis\u00edacas, em cujo progresso desaparece o que \u00e9 subjetivo, at\u00e9 atingir um pleno esquecimento de si pr\u00f3prio.\u00a0 (NIETZSCHE, 2005, p.27).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos interessa aqui esse jogo entre essas for\u00e7as, esse jogo no qual nos inserimos, enquanto educadores, enquanto sujeitos, e enquanto corpos em jogo com outros corpos. Onde \u00e9 preciso, e inevit\u00e1vel, modelar, significar, individuar. Mas essa organiza\u00e7\u00e3o surge como um meio, um modo de operar a vida. Onde o problema, enquanto redu\u00e7\u00e3o da vitalidade dos corpos, est\u00e1 na molaridade que essa organiza\u00e7\u00e3o instaura, na estrutura por demais pesada e que, de antem\u00e3o, afirma uma realidade e nela insere os corpos em subjetiva\u00e7\u00e3o. As institui\u00e7\u00f5es surgem dos instintos<sup>[ver em Deleuze a ilha deserta]<\/sup>, de uma solu\u00e7\u00e3o para um problema, mas acaba por se afirmar anterior aos pr\u00f3prio problemas, enquanto acontecimento hist\u00f3rico, numa narrativa teleol\u00f3gica. Apolo dominando o jogo, quando a ilus\u00e3o se afirma como realidade, mas uma ilus\u00e3o na qual n\u00e3o nos percebemos. Nos cabe perceber esse princ\u00edpio de individua\u00e7\u00e3o, de organiza\u00e7\u00e3o e, atrav\u00e9s da autoexperimenta\u00e7\u00e3o modular as energias em encontro com as for\u00e7as dionis\u00edacas, produzindo fissuras, para movimento moleculares, para criar seu CsO <sup>[link para fragmento anterior nessa nota]<\/sup>. \u00c9 um movimento de artista, onde tamb\u00e9m se \u00e9 uma obra sobre a qual se trabalha.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ser humano j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 artista, tornou-se obra de arte: o poder art\u00edstico da natureza inteira, para satisfa\u00e7\u00e3o voluptuosa do Uno origin\u00e1rio, revela-se aqui sobre os arrepios do \u00eaxtase. A mais nobre argila, o mais precioso m\u00e1rmore \u00e9 aqui modelado e golpeado, o ser humano, e aos toques de cinzel do artista dionis\u00edaco. (NIETZSCHE, 2005, p.29).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">E ainda, na mesma p\u00e1gina, afirma\u00e7\u00e3o que nos interessa, no sentido de n\u00e3o opor essas for\u00e7as, embora opostas em seus simbolismos, mas como ambas sendo constituintes do ser humano, e da vida, onde se misturam e se comp\u00f5em.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Face a essas situa\u00e7\u00f5es art\u00edsticas imediatas da natureza, todo o artista \u00e9 um \u201cimitador\u201d, nomeadamente artista apol\u00edneo do sonho ou artista dionis\u00edaco do \u00eaxtase ou finalmente \u2013 como por exemplo na trag\u00e9dia grega \u2013 em simult\u00e2neo, artista do \u00eaxtase e do sonho: assim temos de pensa-lo, tal como ele se prostra na embriaguez dionis\u00edaca e aliena\u00e7\u00e3o de si pr\u00f3prio, solit\u00e1rio e longe dos coros exaltados, e tal como se lhe revela ent\u00e3o, pela a\u00e7\u00e3o apol\u00ednea do sonho, o seu pr\u00f3prio estado, isto \u00e9, a sua unidade como fundamento mais \u00edntimo do mundo numa imagem on\u00edrica e simb\u00f3lica. (NIETZSCHE, 2005, p.29).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nietzsche segue, nas p\u00e1ginas seguintes, afirmando que \u00e9 necess\u00e1rio entender essa for\u00e7a por si mesma, perceber-se na pris\u00e3o em que esses s\u00edmbolos nos insere e, compreendendo-os, poder expressar outros modos de vida, incluindo a\u00ed criar seus pr\u00f3prios mitos. E onde Nietzsche questiona as necessidades que fizeram com que os gregos criassem um ideal ol\u00edmpico, podemos estender \u00e0 nossas institui\u00e7\u00f5es. Ademais, o pr\u00f3prio ideal ol\u00edmpico, no que tange produtividade, efici\u00eancia, virtuose, sucesso, etc, se reproduz nos discursos atuais, quer seja no se refere a sa\u00fade [link para texto que fala dos trof\u00e9us, esporte], profiss\u00e3o, mercado de bens, etc. As ilus\u00f5es apol\u00edneas dominando o jogo \u2013 ou querendo domin\u00e1-lo.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">A fim de captar essa pris\u00e3o total de todas as for\u00e7as simb\u00f3licas, o ser humano precisa j\u00e1 ter alcan\u00e7ado aquele n\u00edvel de autodespojamento que se quer expressar simbolicamente naquelas for\u00e7as. [&#8230;] Para compreender isto, temos de desmontar aquele artificioso edif\u00edcio da cultura apol\u00ednea, por assim dizer, pedra por pedra, at\u00e9 vislumbrarmos os fundamentos sobre os quais ela assenta. [&#8230;] O mesmo impulso que se materializou em Apolo deu, ali\u00e1s, vida a todo aquele mundo ol\u00edmpico, e nesse sentido podemos considerar Apolo como pai do mesmo. Qual era a enorme necessidade da qual brotou uma sociedade t\u00e3o fulgurante de deuses ol\u00edmpicos? (NIETZSCHE, 2005, p.34).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse ideal ol\u00edmpico e seu desdobramento num mundo de imagens onde impera uma certa defini\u00e7\u00e3o do que \u00e9 belo, do forte, do vitorioso e espl\u00eandido. Uma sociedade que transforma jogo em esporte, que associa o jogo ao lazer, o lazer \u00e0 brincadeira, e \u00e0 essa op\u00f5e a seriedade e a nobreza do trabalho, e ao trabalho associa tudo que \u00e9 produtivo, e ao que \u00e9 produtivo o que produz bens e \u00e0 isso o mercado de consumo de bens e, \u00e0 esses bens se associa a ideia de conquista de poder, for\u00e7a, beleza. Toda uma maquinaria capitalista, todo um jogo que divide o acaso para domin\u00e1-lo [link]. Uma luta hom\u00e9rica que se op\u00f5e ao sofrimento, negando esta for\u00e7a da vida que se associa a morte, ao erro, ao fr\u00e1gil \u2013 e que a\u00ed, com Dioniso, justamente encontra sua for\u00e7a.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">A \u201cingenuidade\u201d hom\u00e9rica deve apenas ser entendida como a vit\u00f3ria completa da ilus\u00e3o apol\u00ednea: trata-se de uma ilus\u00e3o como a que \u00e9 tantas vezes utilizada pela natureza a fim de atingir seus prop\u00f3sitos. [&#8230;] Nos gregos a \u201cvontade\u201d queria contemplar-se a si pr\u00f3pria, atrav\u00e9s da transfigura\u00e7\u00e3o do g\u00eanio e do mundo da arte; [&#8230;] Essa \u00e9 a esfera da beleza na qual eles viam\u00a0 suas imagens refletidas ao espelho, as figuras ol\u00edmpicas. Com esse reflexo de beleza, a vontade hel\u00eanica lutava contra o talento para o sofrimento e para a sabedoria no sofrer, talento esse correlativo ao art\u00edstico: e como um monumento da sua vit\u00f3ria est\u00e1 Homero diante de n\u00f3s, o artista ing\u00eanuo. (NIETZSCHE, 2005, p.37-39).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Homero, esse mito que nos reapresenta essa for\u00e7a que nos capta, a for\u00e7a do discurso, a for\u00e7a das institui\u00e7\u00f5es. Esse artista ing\u00eanuo. Novamente, nada o que objetar a um artista, mas n\u00e3o esquecer de que somos um artista. Safredi (de nietzzhe, ver, talvez linkar).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 interessante como Nietzsche vai desenvolvendo seu pensamento e nos apresenta com um certo deslumbramento, ou uma curiosidade e \u00e2nimo de quem encontra nesses mitos uma perspectiva da realidade, com a qual vir\u00e1 a desdobrar sua filosofia.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto mais me dou conta, nomeadamente na natureza, daqueles impulsos todo-poderosos e neles de um ardente desejo de apar\u00eancia, de serem redimidos por meio da apar\u00eancia, tanto mais me sinto compulsionado a adotar a hip\u00f3tese metaf\u00edsica de que o Ser verdadeiro e o Uno primordial, enquanto entidade eternamente sofredora e contradit\u00f3ria, necessita simultaneamente, para a sua permanente reden\u00e7\u00e3o, da sedutora vis\u00e3o, da deleitosa apar\u00eancia: essa mesma apar\u00eancia que n\u00f3s, completamente presos nela e por ela constitu\u00eddos, nos vemos obrigados a sentir como sendo o verdadeiro n\u00e3o-ser, isto \u00e9, um constante devir em tempo, espa\u00e7o e causalidade, por outras palavras, realidade emp\u00edrica. [&#8230;] A \u201capar\u00eancia\u201d \u00e9 aqui reflexo do eterno desacordo, o pai das coisas. Dessa apar\u00eancia ergue-se ent\u00e3o, como um aroma ambrosino, um novo mundo aparente igual a uma vis\u00e3o, do qual os que se encontram presos \u00e0 primeira apar\u00eancia nada v\u00eaem \u2013 um pairar luminoso no puro deleite e contempla\u00e7\u00e3o indolorosa, que brilha a partir de olhares distantes. Temos aqui diante de nossos olhos, numa suprema simbologia art\u00edstica, aquele mundo apol\u00edneo de beleza e seu subsolo, a terr\u00edvel sabedoria de Sileno, e entendemos a sua m\u00fatua necessidade. (NIETZSCHE, 2005, p.39-40).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Temos aqui, misturados, dois movimentos que nos interessam: essa imagem do solo e subsolo, mas que preferimos pensar como m\u00faltiplas camadas, que se permutam e se atravessam, num plano de iman\u00eancia. N\u00e3o tendo assim um solo que precisa ser escavado e descoberto, mas fissuras que precisam ser realizadas para o que est\u00e1 abaixo possa emergir acima, ou o que est\u00e1 acima possa emergir abaixo, ou o que est\u00e1 a frente possa emergir \u00e0 vista \u2013 como a fissurar um muro que impede de ver uma paisagem poss\u00edvel, e seus movimentos improv\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O segundo ponto \u00e9 o pr\u00f3prio texto como esse que se apresenta como um di\u00e1logo, tal como nos afirma Borges [ver em Ad\u00f3, citado em outra nota, livro como di\u00e1logo], ou como podemos pensar com Valery (link para fragmento de col\u00f3quio dentro do ser, mas talvez esse n\u00e3o exista, foi usado num trabalho de semin\u00e1rio). Nietzsche segue num movimento de repeti\u00e7\u00e3o sobre as for\u00e7as Apol\u00edneas e Dionis\u00edacas, e sobre esse tema varia. Sentimos como um di\u00e1logo consigo, nesse movimento que nos interessa, de quem vaguei por um itiner\u00e1rio incerto, do qual nos fala Perec (citar fragmento anterior). \u00c9 sobre esse texto que opera com e a partir do pensamento, e um pensamento como um pesquisar, e esse pesquisar como um encontrar, e esse encontrar como um inventar. No caso de Nietzsche, inventando, e derrubando, mitos. Assim, partimos para os \u00faltimos momentos desse di\u00e1logo do qual participamos, como leitores, criando nossos pr\u00f3prios di\u00e1logos, como efeito da leitura, e transcriando-os neste texto-pesquisa.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ambos justificam atrav\u00e9s deste jogo a exist\u00eancia at\u00e9 do \u201cpior dos mundos\u201d. Aqui se revela o elemento dionis\u00edaco, comparado com o apol\u00edneo, como sendo o poder art\u00edstico eterno e origin\u00e1rio, que chama \u00e0 exist\u00eancia todo o mundo do fen\u00f4meno: no seu centro, torna-se necess\u00e1ria uma nova apar\u00eancia transfiguradora para aprender \u00e0 vida o mundo animado da individua\u00e7\u00e3o. Se pud\u00e9ssemos imaginar um devir humano em disson\u00e2ncia \u2013 e o que \u00e9 o ser humano sen\u00e3o isso? -, tal disson\u00e2ncia, para poder viver, necessitaria de uma magn\u00edfica ilus\u00e3o que cobrisse com um v\u00e9u de beleza o seu pr\u00f3prio ser. Esta \u00e9 a verdadeira inten\u00e7\u00e3o de Apolo: em seu nome resumimos todas aquelas in\u00fameras ilus\u00f5es da bela apar\u00eancia, que tornam a exist\u00eancia em cada instante digna de ser vivida, incitando a viver o momento pr\u00f3ximo. (NIETZSCHE, 2005, p. 173).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Corpo Potencial se afirma nessa disson\u00e2ncia, que opera entra a individua\u00e7\u00e3o, com as for\u00e7as apol\u00edneas, e as fissuras, os del\u00edrios, com o tr\u00e1gico dionis\u00edaco. Afirmada assim a import\u00e2ncia de Apolo, seguimos e findamos esse fragmento com a reafirma\u00e7\u00e3o deste jogo entre as for\u00e7as que comp\u00f5e o sujeito, com Apolo, e os fluxos num plano de iman\u00eancia, que pode ser pensado num CsO, com as for\u00e7as dionis\u00edacas. E da import\u00e2ncia de se perceber neste jogo para, a partir da\u00ed, passar a jogar criando seus pr\u00f3prios jogos.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Daquele fundamento de toda a exist\u00eancia, o subsolo dionis\u00edaco do mundo, s\u00f3 pode chegar a consci\u00eancia do indiv\u00edduo humano exatamente tanto quanto puder ser superado por aquela for\u00e7a apol\u00ednea de transfigura\u00e7\u00e3o, de tal modo que esses dois impulsos art\u00edsticos s\u00e3o obrigados a desenvolver as suas for\u00e7as numa propor\u00e7\u00e3o de rigorosa altern\u00e2ncia, de acordo com a lei da eterna justi\u00e7a. Onde os poderes dionis\u00edacos se erguem de forma impetuosa, como presenciamos, j\u00e1 Apolo dever\u00e1 ter nascido at\u00e9 n\u00f3s, envolvido numa nuvem; os seus mais exuberantes efeitos de beleza ser\u00e3o contemplados por uma pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o.\u00a0 (NIETZSCHE, 2005, p.174).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: right;\"><code><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/70-12-12-2017\/\">Seguir para a pr\u00f3xima nota<\/a><\/code><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voltar para nota anterior &nbsp; Ent\u00e3o nos lan\u00e7amentos num estudo com Nietzsche, Apolo e Dioniso. Podemos definir dois pontos que nos interessam (enquanto uma defini\u00e7\u00e3o que ancora o pesquisar) a partir deste estudo: a rela\u00e7\u00e3o entre esses deuses da mitologia com a individua\u00e7\u00e3o e a manifesta\u00e7\u00e3o destes enquanto for\u00e7as na constitui\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es. 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