{"id":251,"date":"2018-06-27T19:45:18","date_gmt":"2018-06-27T19:45:18","guid":{"rendered":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/?page_id=251"},"modified":"2018-06-28T20:43:37","modified_gmt":"2018-06-28T20:43:37","slug":"70-12-12-2017","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/70-12-12-2017\/","title":{"rendered":"[70] 12\/12\/2017"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/69-12-12-2017\/\"><code>Voltar para nota anterior<\/code><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para finalizar esse bloco de notas (uma parte dele, uma nota atrav\u00e9s do pensamento, uma nota em texto, uma nota fragmento de pesquisa-texto), citamos novamente Nietzsche, que se autoreferencia ao citar Zaratustra, no final da introdu\u00e7\u00e3o do livro O Nascimento da Trag\u00e9dia, aonde faz sua autocr\u00edtica. Cita a si e, sem embargo, cita um outro. N\u00e3o \u00e9 Nietzsche quem fala, mas Zaratustra. Se \u00e9 do texto que se trata (e tudo \u00e9 texto[link]), \u00e9 sobre e com ele que seguimos a pesquisa, para desdobrar o pensar-pesquisar acerca dos procedimentos que criamos para ficcionar nossa realidade. Seguiremos com Nietzsche, ainda um tanto, e, ademais, com outros autores. Uma seara densa se aponta nesse momento, mas somos solicitados para um pensar sobre e com o texto, pois \u00e9 a\u00ed que se afirma o pesquisar: que at\u00e9 aqui estamos entendendo como uma certa narrativa que capta do mundo, que inventa com os dados que coleta, e que assim afirma uma realidade. A nossa, interessada numa perspectiva do mundo, e de uma educa\u00e7\u00e3o, problem\u00e1tica, que cria seus problemas, que joga e com isso inventa sua realidade, e que dan\u00e7a, nas tens\u00f5es entre for\u00e7as apol\u00edneas e dionis\u00edacas. E para tal feito, doses frequentes de dan\u00e7a e riso!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa coroa de quem ri, essa coroa de ros\u00e1rio: eu pr\u00f3prio me coroei, eu pr\u00f3prio santifiquei o meu riso. N\u00e3o encontrei hoje mais ningu\u00e9m que fosse suficientemente forte.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Zaratustra, o dan\u00e7arino, Zaratustra, o ligeiro, o que acena com as asas, pronto para voar, acenando a todos os p\u00e1ssaros, dispon\u00edvel e pronto, feliz, leviano!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Zaratustra, o vidente, Zaratustra, o ridente, nem impaciente, nem incondicional, algu\u00e9m que ama saltos e desvios: eu pr\u00f3prio me coroei!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa coroa de quem ri, essa coroa de ros\u00e1rio: a v\u00f3s, meus irm\u00e3os, lan\u00e7o essa coroa! Declarei sagrado o riso: homens superiores, aprendei a rir! (NIETZSCHE, 2005, p.19).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: right;\"><code><a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/71-24-12-2017\/\">Seguir para a pr\u00f3xima nota<\/a><\/code><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voltar para nota anterior &nbsp; Para finalizar esse bloco de notas (uma parte dele, uma nota atrav\u00e9s do pensamento, uma nota em texto, uma nota fragmento de pesquisa-texto), citamos novamente Nietzsche, que se autoreferencia ao citar Zaratustra, no final da introdu\u00e7\u00e3o do livro O Nascimento da Trag\u00e9dia, aonde faz sua autocr\u00edtica. Cita a si e, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-251","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/251","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=251"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/251\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":562,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/251\/revisions\/562"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=251"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}