{"id":679,"date":"2018-06-29T22:42:50","date_gmt":"2018-06-29T22:42:50","guid":{"rendered":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/?page_id=679"},"modified":"2019-07-12T02:54:18","modified_gmt":"2019-07-12T02:54:18","slug":"de-certas-notas-mentais","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/de-certas-notas-mentais\/","title":{"rendered":"DE CERTAS NOTAS MENTAIS"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Antes de findar essa introdu\u00e7\u00e3o ent\u00e3o, vamos transcrever uma nota que tinha, em sua cria\u00e7\u00e3o, o objetivo de orientar tal texto que agora se produz e que, no ato de resist\u00eancia ao acabamento desta obra-pr\u00e9dio-texto<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>, em proveito de uma tentativa de apontar sua infraestrutura, apresentamos ele tal qual foi anotado no aplicativo Evernote<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>, em 21 de mar\u00e7o de 2018 (e atualizado em 04 de abril do mesmo ano):<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>Sobre o car\u00e1ter ensa\u00edstico: mesmo os textos apresentados na sala de texto, de aula, c\u00eanica, etc., que intentam ser menos ensa\u00edsticos do que os da sala de estudo, est\u00e3o amparados numa duvidosa tentativa (e n\u00e3o por isso menos afeita de aten\u00e7\u00e3o) de tatear e tentar dar forma ao que se intui (outra op\u00e7\u00e3o da pesquisa seria descrever o que j\u00e1 se conhece, mas um certo esp\u00edrito intr\u00e9pido que a n\u00f3s se apresenta nas linhas destes textos a essa possibilidade pareceu se desviar). Recordamos uma fala de Henri Bergson<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a> que cairia bem ao que essa pesquisa (com certa dose de intemp\u00e9ries juvenil, apesar de avan\u00e7ada idade) parece empreender.<\/li>\n<li>Refor\u00e7ar\u00edamos nossa interpreta\u00e7\u00e3o sobre o tomo supracitado se afirm\u00e1ssemos que o pesquisador ao iniciar o texto-pesquisa (que \u00e9 como o define) j\u00e1 o fez em idade avan\u00e7ada para os par\u00e2metros da pesquisa acad\u00eamica de sua \u00e9poca, quando se seguia a tend\u00eancia de cursar a p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o logo ao findar a gradua\u00e7\u00e3o; o que n\u00e3o foi o caso, e dez anos se passaram entre esses dois fatos acad\u00eamicos: e o que poderia ser resoluto quanto aos problemas de pesquisa, uma vez que o amadurecimento das ideias pode ser visto como aprendizado e defini\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es para as quest\u00f5es anteriores, produziu efeito contr\u00e1rio, e como \u00e9 de se esperar na perspectiva te\u00f3rica adotada<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>, ampliou ainda mais as perguntas (assim que quanto maior o contato com o que se passa a conhecer, mais se avan\u00e7a em dire\u00e7\u00e3o ao infind\u00e1vel espa\u00e7o do desconhecido);<\/li>\n<li>\u00a0O mito do pesquisador e o drama da\/na escrita (performance da\/na escrita): exemplo para a aus\u00eancia de v\u00edrgula no t\u00edtulo que abre o texto \u201cM\u00e9todo Labir\u00edntico\u201d, na sala de estar, e do par\u00e1grafo &#8220;queremos sacudir os eus da hipnose do texto burocr\u00e1tico&#8221;<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>, na introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 sala de estudos;<\/li>\n<li>A leitura do todo do texto deixa uma impress\u00e3o (por vezes inc\u00f4moda), de que a \u00e2nsia por tentar mapear um labirinto infinito deixou o texto inacabado; e por isso, em v\u00e1rios sentidos, fr\u00e1gil; destes sentidos vamos nos atentar a dois. Primeiro, o negativo: ele \u00e9 fr\u00e1gil no sentido de que deixa muito em aberto, mais do que o suficiente para prover caminhos para leitor, suficiente em demasia, a ponto de lev\u00e1-lo a perder-se (e um perder-se que o leva a desistir e n\u00e3o mais querer se encontrar, que \u00e9 o risco extremo ao qual este texto se coloca). O segundo, positivo, \u00e9 uma poss\u00edvel dosagem do primeiro (como um veneno que em pequenas doses se transforma em ant\u00eddoto), onde esta abertura multiplica as perspectivas e convida o leitor a fazer seus caminhos, tirar suas conclus\u00f5es ao preencher as lacunas; todavia, se esse conte\u00fado ser\u00e1 experimentado como veneno ou ant\u00eddoto (sabe-se l\u00e1 para qual mal que possa nos afligir) ficar\u00e1 a cargo de cada leitor provar. Todavia, preferimos supor, a partir de diversos fragmentos que n\u00e3o vamos nos dar o trabalho de citar (para n\u00e3o incorrer no erro da demasia que acabamos de apontar) que o pesquisador-escritor estava ciente deste risco e, mais ainda, a ele quis expor o texto (e a si, e ao leitor);<\/li>\n<li>Polifonia<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>.<\/li>\n<li>Sobre o Bloco de Notas operando com diversos conceitos em uso interesseiro (mas de boa f\u00e9). S\u00e3o conceitos que no drama ao qual est\u00e3o dispostos no texto d\u00e3o a entender ao que se prop\u00f5e. Todavia, estes muitas vezes deixam duvidas sobre seu &#8220;correto&#8221; emprego, em sentido epistemol\u00f3gico, se formos arbitr\u00e1rios no estudo de sua g\u00eanese. O que faz com que o texto apresente nisso uma quest\u00e3o, que \u00e9 \u00e9tica e, de todo modo, pragm\u00e1tica: qual o limite entre o desvio &#8220;natural&#8221; de uma leitura (de um brasileiro que em 2018 l\u00ea um texto escrito por um franc\u00eas em 68, por exemplo), em uso num plano de composi\u00e7\u00e3o com outros conceitos (que faz deles quase mat\u00e9ria de cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica, deslocando-os do plano de iman\u00eancia), e um erro inaceit\u00e1vel de interpreta\u00e7\u00e3o? (E \u00e9 de interpreta\u00e7\u00e3o que se trata?).<\/li>\n<li>Paradoxo e o jogo com a linguagem: exemplo na p.24 do M\u00e9todo Labir\u00edntico: &#8220;Uma Educa\u00e7\u00e3o que faz de si e dos corpos espa\u00e7os perp\u00e9tuos de reinven\u00e7\u00e3o, enquanto durem&#8221;.<\/li>\n<li>Talvez, j\u00e1 de in\u00edcio p\u00f4r a quest\u00e3o de que o texto-pesquisa, como proposto, n\u00e3o se engana no aprofundamento de um tema ou estudo de conceito, etc, mas numa pesquisa que se disp\u00f5e em encontros e composi\u00e7\u00f5es com esses, de modo que o texto, em certa medida, \u00e9 composto de fragmentos: &#8220;corpos dentro de corpos. O livro: um corpo; um cap\u00edtulo, um corpo dentro de um corpo; uma p\u00e1gina, um par\u00e1grafo: corpos dentro de corpos; a frase, a palavra&#8230; a pele dos meus dedos que tocam as teclas que digitam as letras: corpos&#8221; (Fragmento da <a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/28-29-09-201729-6\/\">nota n.28<\/a>).<\/li>\n<li>Para compor com o j\u00e1 escrito no bloco de papel<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>: entendendo que este educador que est\u00e1 em cena \u00e9 um pesquisador, e que esta cena apresenta um ensaio (um eterno ensaiar) que dramatiza o pesquisar ao narrar os feitos (e efeitos) da pesquisa, e nisso disp\u00f5e uma cena que n\u00e3o representa, mas apresenta uma performance de si e da pesquisa, enquanto performance com o texto \u2014 que intenta se comportar com o pensamento, e este com o que passa.<\/li>\n<li>Listar os 4 movimentos de retorno da\/na pesquisa (dos quais s\u00f3 escrever\u00e1 3<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>). 1, o bloco de notas; 2, os textos que dobram sobre si (e que mant\u00e9m nessa dobra o fora); e 3, a introdu\u00e7\u00e3o que &#8220;amarra&#8221; todos esses textos na apresenta\u00e7\u00e3o de um estudo de sua composi\u00e7\u00e3o (e os caminhos poss\u00edveis de serem seguidos no decorrer desta).<\/li>\n<li>O primeiro texto p\u00f5e em d\u00favida o narrador da pesquisa: quem \u00e9 esse que fala? Como se disp\u00f5e nesse jogo do texto? \u00c9 linguagem e, em certa medida n\u00e3o pode ser mais do que isso, ainda que seja: h\u00e1 um gesto do escritor, texturizante, gesto que tece a disserta\u00e7\u00e3o. Quem narra?<\/li>\n<li>O segundo texto perspectiva e prop\u00f5e o texto num suposto narrador que com ele travou seus contatos e nos apresenta algumas considera\u00e7\u00f5es. Esse, contudo, logo se p\u00f5e em d\u00favida e &#8220;desaparece&#8221;, ao passar a ler uma pe\u00e7a anotada por outro, e esse outro n\u00e3o se diz quem \u00e9 (ainda que sempre possa se supor);<\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>O terceiro texto busca amarrar essas diversas linhas que comp\u00f5e a pesquisa e, num gestos ciente de tentativa de uma paragem que, talvez, tire de vista muito do que importa (se visto de outro ponto), cria uma narrativa que, se n\u00e3o explica os fatos da pesquisa, nos conta os atos dessa pe\u00e7a (como algu\u00e9m que a assistiu e apresenta a um amigo que em breve estar\u00e1 sentado frente \u00e0 ela).<\/li>\n<li>O que conecta um educador f\u00edsico, artista marcial, artista da cena, da performance com a escrita: o pensamento.<\/li>\n<li>Refor\u00e7ar a ideia de Foucault dos conceitos numa zona de presen\u00e7a<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>.<\/li>\n<li>Pode buscar o percurso datado do aparecimento do labirinto no texto, assim como a ideia de nota\u00e7\u00e3o e anota\u00e7\u00e3o&#8230;.<\/li>\n<li>Ser\u00e1 preciso tamb\u00e9m explicitar a ideia das salas, de como funcionam como um convite ao leitor&#8230;<\/li>\n<li>Dividir em &#8220;pano de fundo&#8221;, m\u00e9todo e etapas, e a tese (de um Corpo Potencial e da Educa\u00e7\u00e3o atuando em proveito da potencializa\u00e7\u00e3o dos corpos, notadamente a partir de uma did\u00e1tica da improvisa\u00e7\u00e3o).<\/li>\n<li>Pano de fundo: o texto, a linguagem em jogo, o mito do pesquisador e da pesquisa posto em evidencia na escrita que projeta um narrador da pesquisa enquanto uma performance, descentrando uma presumida autoria centrada, em detrimento da polifonia, hipertextos, rede de cita\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li>O M\u00e9todo Labir\u00edntico que entrela\u00e7a essas quest\u00f5es como parte de um m\u00e9todo, cujo as etapas se apresentam sobre a ideia da Po\u00e9tica da Nota\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Etapas desta Po\u00e9tica:<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 60px;\">Perceber e uma primeira nota;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 60px;\">Nota\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o do Bloco de Notas (dados inventariados no pesquisar);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 60px;\">Dobrar-se sobre a pesquisa, reescrita de textos;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 60px;\">An\u00e1lise cr\u00edtica ou uma po\u00e9tica: produzindo narrativa sobre as narrativas &#8211; que \u00e9 o que se faz quando em introdu\u00e7\u00e3o, pois opera sobre um pesquisar que se comp\u00f4s de encontros singulares, fragmentos que comp\u00f5e o todo a partir de uma reescrita;<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">Tese: Corpo Potencial (pesquisador e\/ou docente em autoexperimentacao, que tamb\u00e9m pode ser entendido como um performar a si), educa\u00e7\u00e3o como um potencializar os corpos discentes (notadamente com a Did\u00e1tica da Improvisa\u00e7\u00e3o).<\/li>\n<\/ul>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Transcrevemos assim essa anota\u00e7\u00e3o realizando algumas corre\u00e7\u00f5es na escrita, mas mantendo sua formaliza\u00e7\u00e3o, que pode ser confusa a leitura, por se tratar de uma \u201cnota mental\u201d para orientar-se num texto futuro; no sentido de ocupar algumas lacunas, tentamos algumas explica\u00e7\u00f5es via nota de rodap\u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Acerca deste procedimento, ver o texto <a href=\"https:\/\/diegoesteves.in\/sobre-uma-poetica-da-notacao\/\">Sobre uma Po\u00e9tica da Nota\u00e7\u00e3o<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Em Bergson (1974, p.61-62) :\u201c[&#8230;] Um sistema filos\u00f3fico parece, primeiramente, erguer-se como um edif\u00edcio completo, de uma s\u00e1bia arquitetura, onde tudo est\u00e1 disposto para que possamos alojar comodamente todos os problemas. [&#8230;] Pomos, pois, m\u00e3os \u00e0 obra: remontamos \u00e0s fontes, pesamos as influ\u00eancias, extra\u00edmos as semelhan\u00e7as, e acabamos por ver distintamente na doutrina aquilo que procur\u00e1vamos: uma s\u00edntese mais ou menos original das ideias em meio \u00e0s quais o fil\u00f3sofo viveu. Mas um contato frequentemente renovado com o pensamento do mestre pode nos levar, por uma impregna\u00e7\u00e3o gradual, a um sentimento totalmente diferente.[&#8230;] Enfim, tudo se concentra em um ponto \u00fanico, do qual sentimos que poder\u00edamos nos aproximar pouco a pouco, embora nunca possamos atingi-lo. Neste ponto est\u00e1 algo de simples, de infinitamente simples, de t\u00e3o extraordinariamente simples que o fil\u00f3sofo n\u00e3o conseguiu jamais exprimi-lo. Esta \u00e9 a raz\u00e3o por que falou durante toda a sua vida. N\u00e3o podia formular o que levava no esp\u00edrito sem se sentir obrigado a corrigir sua f\u00f3rmula, depois a corrigir sua corre\u00e7\u00e3o: assim, de teoria em teoria, retificando-se quando acreditava completar-se, ele s\u00f3 fez, atrav\u00e9s de uma complica\u00e7\u00e3o que s\u00f3 atra\u00eda a complica\u00e7\u00e3o e desenvolvimentos justapostos a desenvolvimentos, fornecer com aproxima\u00e7\u00e3o crescente a simplicidade de sua intui\u00e7\u00e3o original. Toda a complexidade de sua doutrina, que se estenderia ao infinito, \u00e9 apenas a incomensurabilidade entre sua intui\u00e7\u00e3o simples e os meios de que dispunha para exprimi-la\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> \u201cMas e se essa linha de pesquisa [que muitas vezes perde a linha] for uma escolha, pode assim definir-se como estilo e nisso sua for\u00e7a? O convite ao erro [inconsist\u00eancia conceitual ou mesmo gramatical] que se abre ao dispor-se em um explora\u00e7\u00e3o ao sabor [e saber] das perguntas, que chegam em sobressaltos e nos levam a desvarios &#8211; deveriam estes ser contidos em prol de uma justa medida acad\u00eamica [e quem faz esse c\u00e1lculo]? (Fragmento do texto \u201cEscrita e po\u00e9tica na Educa\u00e7\u00e3o: autofic\u00e7\u00e3o e performance, a ser publicado na Sala de Textos\u201d)\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Trata-se de recursos utilizados para colocar o narrador e\/ou a narrativa em d\u00favida: os exemplos tratam da frase \u201co caminho na verdade n\u00e3o existe\u201d, que parece intencionalmente deixado sem v\u00edrgula para possibilitar varia\u00e7\u00e3o na leitura; e o trecho: \u201cesse par\u00e1grafo pretende sacudir os eus da hipnose do texto burocr\u00e1tico, dos c\u00f3digos pasteurizados, das informa\u00e7\u00f5es reafirmadas e, de t\u00e3o cheias, esvaziadas. Pretendemos sair das pretens\u00f5es demasiadas\u201d, onde a afirma\u00e7\u00e3o e sua negativa, parecem querer\u00a0 performar uma narrador engajado num discurso subversivo e, ao mesmo tempo, uma voz que pondera essa atitude. Nos parece um exerc\u00edcio de visibilidade de discursos que comp\u00f5e o cotidiano acad\u00eamico, postos em jogo, em alguns trechos, como esse, via o que se prop\u00f5e no texto \u201cNota\u00e7\u00e3o Esquizogr\u00e1fica\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Conforme apontado, sobretudo, no texto \u201cNota\u00e7\u00e3o Esquizogr\u00e1fica\u201d, na Disserta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Refere-se ao manuscrito citado no in\u00edcio desta introdu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> O quarto movimento parece se tratar da apresenta\u00e7\u00e3o deste na defesa de qualifica\u00e7\u00e3o do projeto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Na atual an\u00e1lise n\u00e3o encontramos refer\u00eancia ao que este ponto queria propor.<\/p>\n<\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Antes de findar essa introdu\u00e7\u00e3o ent\u00e3o, vamos transcrever uma nota que tinha, em sua cria\u00e7\u00e3o, o objetivo de orientar tal texto que agora se produz e que, no ato de resist\u00eancia ao acabamento desta obra-pr\u00e9dio-texto[1], em proveito de uma tentativa de apontar sua infraestrutura, apresentamos ele tal qual foi anotado no aplicativo Evernote[2], em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-679","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/679","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=679"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/679\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1170,"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/679\/revisions\/1170"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diegoesteves.in\/estudos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=679"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}