Entender a cultura como algo transversal, e não a cereja do bolo.
Em reunião na Secretaria de Cultura ouvi esta frase, creditada ao ex-ministro Gilberto Gil. Pra mim, ela é a chave dos movimentos que estão em processo, com o Sistema de Cultura. É entender as políticas culturais como resultantes de um planejamento, com metas, numa gestão compartilhada com a sociedade civil, e através de um diagnóstico da situação atual da cultura no país.
Reconhecer e se apropriar desse novo modelo de gestão, que rompe com uma forma não sistêmica de gerir os recursos públicos para cultura, refém dos interesses do governo da vez, é perceber que estamos construindo uma política de Estado, permanente, e que assegura, por isso, princípios básicos como acesso, democratização, ampliação progressiva dos recursos, entre outros.
Com intuito de compartilhar estas informações, produzi um vídeo pelo IEACen. Embora com recursos reduzidos de captação, design do prezi e mesmo de conteúdo (a minha inserção recente nestas questões abriu espaço para alguns equívocos nas informações) acredito que esse vídeo possa contribuir para quem ainda está tentando compreender como tudo isso funciona, o que mudou, e porque será diferente participar agora – já que muitos estão descrentes nesse sentido.
Espero que possa ser útil, e que possa ser compartilhado, se útil achar. 🙂
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